domingo, 24 de julho de 2016

Nas tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre personagens "diferentes"








O texto em que foi trabalhado nesta interdisciplina, aborda sobre as literaturas ditas diferentes, o que mais me chamou a atenção foi quando a autora relata os dez títulos das obras com conteúdo mais atual, digo, com situações do cotidiano.
Outro ponto importante no texto é que os livros mencionados são de fácil entendimento, por se tratar de um livro para iniciantes, sendo assim, com bastante ilustrações e pouquíssimos textos, o que faz com que o leitor se interesse mais.
No texto mostra também que a Literatura não é feita só de contos de fada, mas também de situações que acontecem no dia a dia, como a deficiência auditiva e entre outras.
Cito e concluo agora com um trecho do texto em que achei interessante ressaltar aqui.
De forma panorâmica, nas obras analisadas despontam as seguintes tendências de “solução” da problemática do deficiente/diferente: - uma solução pelo sentimento, pela amizade ou pelo amor: tal é o caso de “Tibi e Joca”, em que inclusive se estampa a palavra “Amor”; caso também da parábola “Os 3 astronautas”, em que as diferenças de nacionalidade e de planeta (terráqueos e marcianos) se apagam pela descoberta da “humanidade” comum (no primeiro caso) e pelo partilhamento da compaixão por um passarinho sofredor (no segundo); - a inserção do diferente em grupos de também diferentes – também é o caso do menino surdo de “Tibi e Joca”, do menino “ímpar” em “Ímpar”, do palito diferente em “Um palito diferente”; - a aceitação da diferença ora pelo próprio personagem (caso do menino daltônico, no livro 9, e do menino homossexual, no livro 7), ora pela família (também é o caso do menino surdo, do menino homossexual, do menino com síndrome de Down [livro 3]). Freqüentemente, neste caso, a “diferença” é relativizada ou minorizada em face de outra qualidade maior: a vida (no caso do menino homossexual), o carinho (no caso do menino com síndrome de Down).( p.10 e 11)
Referências
Rosa Maria Hessel Silveira - Nas tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre personagens "diferentes" 

Nas tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre personagens "diferentes"








O texto em que foi trabalhado nesta interdisciplina, aborda sobre as literaturas ditas diferentes, o que mais me chamou a atenção foi quando a autora relata os dez títulos das obras com conteúdo mais atual, digo, com situações do cotidiano.
Outro ponto importante no texto é que os livros mencionados são de fácil entendimento, por se tratar de um livro para iniciantes, sendo assim, com bastante ilustrações e pouquíssimos textos, o que faz com que o leitor se interesse mais.
No texto mostra também que a Literatura não é feita só de contos de fada, mas também de situações que acontecem no dia a dia, como a deficiência auditiva e entre outras.
Cito e concluo agora com um trecho do texto em que achei interessante ressaltar aqui.
De forma panorâmica, nas obras analisadas despontam as seguintes tendências de “solução” da problemática do deficiente/diferente: - uma solução pelo sentimento, pela amizade ou pelo amor: tal é o caso de “Tibi e Joca”, em que inclusive se estampa a palavra “Amor”; caso também da parábola “Os 3 astronautas”, em que as diferenças de nacionalidade e de planeta (terráqueos e marcianos) se apagam pela descoberta da “humanidade” comum (no primeiro caso) e pelo partilhamento da compaixão por um passarinho sofredor (no segundo); - a inserção do diferente em grupos de também diferentes – também é o caso do menino surdo de “Tibi e Joca”, do menino “ímpar” em “Ímpar”, do palito diferente em “Um palito diferente”; - a aceitação da diferença ora pelo próprio personagem (caso do menino daltônico, no livro 9, e do menino homossexual, no livro 7), ora pela família (também é o caso do menino surdo, do menino homossexual, do menino com síndrome de Down [livro 3]). Freqüentemente, neste caso, a “diferença” é relativizada ou minorizada em face de outra qualidade maior: a vida (no caso do menino homossexual), o carinho (no caso do menino com síndrome de Down).( p.10 e 11)
Referências
Rosa Maria Hessel Silveira - Nas tramas da Literatura Infantil: Olhares sobre personagens "diferentes" 

Analisando o Livro OBAX






A narrativa é marcada pelo lúdico, pela fantasia, e nos coloca leitores do mundo do lado de lá do oceano, nos apresentando uma África colorida, saborosa. A pesquisa minuciosa de André Neves, marcada também pela ilustração, composta por diferentes texturas, nos traz um jogo de olhares em diversas perspectivas, de diversos ambientes africanos (casas nas aldeias, deserto, savana, litoral…). O olhar é conduzido a passear pelas páginas do livro como se estivéssemos em frente a uma tela de cinema, ora visualizamos o cenário de cima, ora de baixo, ora perto, ora longe.
Escolhi esse livro para mostrar aos alunos como a imaginação pode nos levar a um lugar onde podemos dar vida as coisas e também mostrar a cultura da África. Costumo trabalhar esse livro na Semana da Consciência Negra.

Brincar é importante porque?

A criança ao brincar ou jogar também está aprendendo, pois é através da brincadeira que ela pode expressar-se de maneira mais espontânea.
O lúdico na sala de aula se faz necessário para que os alunos percebam que, o jogo também é uma maneira de aprender.
Ao observarmos uma criança brincando, se olharmos com cuidado, podemos compreender a forma na qual ela constrói seu mundo, e o que ela traz da realidade para este mundo. Brincando a criança se expressa e deixa transparecer o que sente naquele determinado momento, ou seja, expressa exteriorizando aquilo que teria dificuldade de colocar com palavras.
Para Piaget (1973), as brincadeiras e jogos infantis exercem um papel de simples diversão, pois possibilitam a aprendizagem possibilitando a criança a desenvolverem diversas habilidades, além do enriquecimento intelectual.
Devemos tomar cuidado com a diferença entre o brincar e o jogo. Enquanto o brincar segundo o MEC (MEC/SEF/DPE, 1988), é uma atividade espontânea, o jogo possui regras e limites. Para Piaget o jogo não é apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energias das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual. Através dos jogos a criança desenvolve o sensório motor e o simbolismo, transforma o real em necessidades múltiplas do EU e assimila realidade.
Para Piaget (1973), a criança não é ativa e nem passiva, mas interativa, interagindo socialmente buscando informações, aprendem as regras dos jogos resultando no engajamento individual de soluções de problemas.
“O jogo é, portanto, sob suas formas essenciais de exercício sensório-motor e de simbolismo uma assimilação da real à atividade própria, fornecendo a esta seu alimento necessário transformando o real em função das necessidades múltiplas do eu. Por isso, os métodos ativos de educação das crianças exigem todos que se forneça às crianças um material conveniente a fim de que jogando elas cheguem a assimilar às realidades intelectuais que, sem isso, permanecem exteriores a inteligência infantil.” (Piaget,1973, p.160)

O educador deve estar atento a todas as manifestações da criança durante a brincadeira ou ao jogo. Existem crianças que tem dificuldades de interagir com os demais durante as atividades lúdicas e recreativas e neste caso, o educador deve encaminha-la para um especialista que irá investigar para que a criança possa integrar-se ao meio e favorecer sua própria aprendizagem.
Estudiosos do desenvolvimento infantil, independentemente das diferenças correntes, apontam a importância do brincar como fator de desenvolvimento afetivo, cognitivo, social e físico. Lamenta-se que muitas instituições de ensino veem as horas de recreação como mero artifício didático. Sabemos do essencial valor que as atividades recreativas têm enquanto fator de desenvolvimento no contexto educacional infantil. O modo como a criança brinca demonstra a sua maneira de pensar e sentir. No ato do brincar, as crianças podem desenvolver muitas capacidades importantes, tais como a atenção, imitação, memória e a imaginação. Para tanto, é indispensável que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são proporcionadas. Por meio das brincadeiras, o educando encontra apoio para superar suas dificuldades de aprendizagem. As diferentes áreas do cérebro humano se desenvolvem por meio de estímulos que a criança recebe no decorrer dos sete primeiros anos de vida. Hoje em dia, pais trabalham fora, as famílias são menos numerosas, e as crianças convivem, desde cedo, em berçários, creches e escolinhas maternais, de onde recebem estímulos diferentes dos que recebiam aquelas que eram criadas em casa e que só eram levadas para a escola aos sete anos. Temos, atualmente, crianças com características próprias de uma era tecnologicamente desenvolvida; mas temos, também, grande número de crianças imaturas e com dificuldades motoras que necessitam suprir as defasagens para o desenvolvimento de suas potencialidades como pessoa. O desenvolvimento infantil precisa acontecer, ao mesmo tempo, nas diferentes áreas para que ocorra o equilíbrio necessário entre elas e o indivíduo como um todo. Quando o desenvolvimento acontece apenas numa área, seguramente outras ficarão em atraso, e a criança ficará desequilibrada de algum modo. As crianças passam a maior parte do seu tempo na frente da televisão ou com jogos eletrônicos. As imagens estimulam a área cognitiva, mas a criança não está desenvolvendo as áreas afetivas e motoras. É vital conhecer as características da clientela para sabermos quais são as potencialidades que estão sendo desenvolvidas e quais as esquecidas, quais os transtornos que esse desequilíbrio pode causar no desenvolvimento do indivíduo e como podemos estimular a criança para o processo ensino-aprendizagem. Diante disso, a proposta sobre o uso da ludicidade deverá ser a de propiciar uma aprendizagem significativa na pratica pedagógica. Uma vez que ela promove o rendimento escolar, além do conhecimento, da comunicação, do pensamento e do sentimento.
Para que estas atividades tenham sucesso, se faz necessário o conhecimento da clientela e um bom planejamento com objetivos claros e estratégias de atividades interessantes que venham a despertar o interesse dos educandos. Quando o Planejamento está claro, se torna mais fácil a execução das atividades e o interesse dos educandos pelas brincadeiras e jogos apresentados. De acordo com Furtado (2007), a ludicidade possibilita à criança se conhecer e constituir-se socialmente, já que ao brincar, ela assimila diferentes representações sobre o mundo e desenvolve inúmeras formas de se comunicar, vivenciar suas emoções, interagirem com outras crianças e adultos, melhorar seu desempenho físico-motor, nível linguístico e formação moral.    

Referências:

Furtado, V.Q.et al. Tempo de brincar, hora de aprender. Londrina: Humanidades, 2007.
Piaget, Jean , 1973, p.160

domingo, 17 de julho de 2016

Música e poesia uma boa combinação


Em uma atividade do LIVRO 1 pedia para dar ritmo a um poema do Mário Quintana, então, meus alunos do Acelera resolveram realizar a atividade com a batida de funk. Foi muito bom ver eles se empenhado para encontrar o ritmo perfeito. Até que ficou muito bom. Se superaram, e, ver o empenho deles para mim foi muito gratificante.
Abaixo colocarei foto do poema e um vídeo deles cantando!





Música e poesia uma boa combinação


Em uma atividade do LIVRO 1 pedia para dar ritmo a um poema do Mário Quintana, então, meus alunos do Acelera resolveram realizar a atividade com a batida de funk. Foi muito bom ver eles se empenhado para encontrar o ritmo perfeito. Até que ficou muito bom. Se superaram, e, ver o empenho deles para mim foi muito gratificante.
Abaixo colocarei foto do poema e um vídeo deles cantando!




 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Colocando em prática o conteúdo aprendido

Como já mencionei aqui estou dando aula para duas turmas de ACELERA e todos os dias precisamos realizar a ACOLHIDA, que são dinâmicas de grupo.
Decidi então aplicar a brincadeira dos ESCRAVOS DE JÓ. No início os alunos relutaram para participar, pois alegavam ser brincadeira de criança. Mas no fim alguns participaram e os outros ficaram observando.
Abaixo segue o Vídeo da atividade

 
Os alunos que participaram gostaram de fazer, uns até se atrapalharam, mas foi muito legal.

 
 

Aprendizagem Infantil

No processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças na Educação Infantil, o lúdico, o movimento e as brincadeiras são fundame...